Queria descrever os sentimentos que já não sentia tanto tempo. Inclusive a saudade feito filme em preto e branco e da vontade de vê-lo colorido. Mas encontro uma enorme dificuldade em tudo.(08/01/2011)
'Ela' tem tanto medo desses surtos de carência que teme se apaixonar, ficar boba e depois perceber que mais uma vez tudo aconteceu como uma onda tóxica.Sabe depois que 'ela' se vai, resta apenas a envergonhada Andressa , que fica mal pelas atitudes que teve durante o tempo em que acreditava que era feliz, como se estivesse fazendo coisas que jamais faria caso estivesse sóbria.
Ai ai ai Dona Andressa!
Penso no que escrever.
Gostaria de escrever o que não posso.
O que aconteceu e já deveria ter esquecido. É como se assim tudo se apagasse da memória e ficasse apenas no papel e eu voltasse a ser pura. A menina pura que alguém um dia idealizou. Isso porque eu disse logo de cara: "eu não sou um doce". Mas sei que o inesperado sempre surpreende e confunde e faz sofrer.
Eu queria escrever o que não fiz, para que tudo fosse concluído. Mania besta a minha de querer colocar um ponto final em tudo. Preciso entender que as relações tórridas são sempre quebradas, nunca finalizadas.
Putaquepariu,a teoria sempre nos trái.
E na prática é tudo muito pior.
Que droga!
P.S. não coloquei o início do texto porque ainda não está pronto... e nem eu.
(Frase das 04:19)
O problema não é inventar. É ser inventado hora após hora E nunca ficar pronta a nossa edição convincente." (Carlos Drummond de Andrade)
Beijão!
Andressa *-*
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